"- Você tem escolha"...
Eu ouvi essa frase de um atendente de bar quando eu reclamei de seu péssimo serviço prestado. Recuso-me a citar o nome do bar para não fazer publicidade do mesmo.
Na hora fiquei com muita raiva, mas logo percebi que o atendente tinha razão. Eu estava ali sendo submetido a um péssimo atendimento por que eu quis. Ao perceber isso, levantei-me e fui embora.
Ontem estava comentando aqui no blog que ninguém é obrigado a jogar.
Mas o que ocorre é que os jogadores finitos dificilmente tem consciência dessa liberdade absoluta. Eles pensam que o fazem por que têm que fazer...
A pessoa que assume o papel de comandado o faz por escolha. Não concorda??? Ok, eu sei que existe um preço a se pagar, e as vezes é um preço alto, mas o fato de haver um preço indica que os opressores reconhecem que até mesmo o mais fraco de seus subalternos precisa concordar em ser oprimido.
Todas as limitações do jogo finito são autolimitações.

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