![]()
[Paulo, Ourives, Rubino (!) e Lincoln] [click to zoom]
trechos do Diário de New York:
Ultimo dia do ano. Apesar de ser dia de semana, é festa em todo o lugar do mundo!
Acordamos, fomos tomar café e após isto fomos ouvir um pouco de FM. Conseguimos sintonizar uma rádio da Martinica e o Rubino começou a entrar no ritmo do merengue. (...)
Fomos almoçar. Hoje o expediente terminaria cedo (14:00 hs), afinal todos merecem uma folga.
Jogamos ping pong. Esta é a nossa mais recente distração. Tem dias que não se tem nenhuma vontade de se estar trabalhando, e hoje é um desses dias. E muito difícil fazer uma retrospectiva do ano e analisar seus pontos bons e maus... Mas como disse: hoje é dia de festa! Jantamos e fomos na sala de rádio tentar falar com o pessoal de casa: frustação, não deu!. Belém Rádio estava congestionada...
Fomos ao camarote e colocamos roupa de festa. Optei pelo branco para não quebrar a tradição da família. Fomos ao camarote do Ourives, bebericar com o Imediato e o Paulo.
Descemos para a sala de estar da guarnição. Eles teriam uma festa e os oficiais outra: era uma pena, foi como dividir uma equipe! A enfermeira Cida nos deu uma folha seca para que nós, à meia-noite, com uma nota de dinheiro fizéssemos uma mentalização para que este não faltasse no ano que vinha. Não fiz por menos, e nem o Rubino: usamos cada um uma nota de 100 dólares!!!
Perto da meia noite cumprimentamos a todos da guarnição e subimos para a sala dos oficiais. A mesa era farta e tudo estava saboroso. Faltaram as cerejas...
Nem todo mundo pode dizer que passou o Reveillon no Caribe...
Meia-noite, subimos no passadiço e o Comandante nos liberou a buzina: foi um delírio!!! Afinal de contas, no meio do oceano também, tudo vira samba! E também na meia-noite seguramos as notas de 100 dólares com a folha seca. Agradecemos pelo ano que passou, que foi um ano bom e rezamos por nossas famílias, nossos amigos e pedimos por Paz.
Bons Ventos, afinal!
Descemos ao salão da guarnição, nos despedimos e partimos para o primeiro ronco do ano novo...
Acordamos, fomos tomar café e após isto fomos ouvir um pouco de FM. Conseguimos sintonizar uma rádio da Martinica e o Rubino começou a entrar no ritmo do merengue. (...)
Fomos almoçar. Hoje o expediente terminaria cedo (14:00 hs), afinal todos merecem uma folga.
Jogamos ping pong. Esta é a nossa mais recente distração. Tem dias que não se tem nenhuma vontade de se estar trabalhando, e hoje é um desses dias. E muito difícil fazer uma retrospectiva do ano e analisar seus pontos bons e maus... Mas como disse: hoje é dia de festa! Jantamos e fomos na sala de rádio tentar falar com o pessoal de casa: frustação, não deu!. Belém Rádio estava congestionada...
Fomos ao camarote e colocamos roupa de festa. Optei pelo branco para não quebrar a tradição da família. Fomos ao camarote do Ourives, bebericar com o Imediato e o Paulo.
Descemos para a sala de estar da guarnição. Eles teriam uma festa e os oficiais outra: era uma pena, foi como dividir uma equipe! A enfermeira Cida nos deu uma folha seca para que nós, à meia-noite, com uma nota de dinheiro fizéssemos uma mentalização para que este não faltasse no ano que vinha. Não fiz por menos, e nem o Rubino: usamos cada um uma nota de 100 dólares!!!
Perto da meia noite cumprimentamos a todos da guarnição e subimos para a sala dos oficiais. A mesa era farta e tudo estava saboroso. Faltaram as cerejas...
Nem todo mundo pode dizer que passou o Reveillon no Caribe...
Meia-noite, subimos no passadiço e o Comandante nos liberou a buzina: foi um delírio!!! Afinal de contas, no meio do oceano também, tudo vira samba! E também na meia-noite seguramos as notas de 100 dólares com a folha seca. Agradecemos pelo ano que passou, que foi um ano bom e rezamos por nossas famílias, nossos amigos e pedimos por Paz.
Bons Ventos, afinal!
Descemos ao salão da guarnição, nos despedimos e partimos para o primeiro ronco do ano novo...
by Abraham Lincoln F. R.

Rubino,
voce é um grande amigo, fiquei emocionado em recordar os momentos. Fantástico Reveillon.........
e no Caribe....
Rumo a NY, NY....
espero reve-lo muito breve
A Lincoln Rosemberg