Existem dois tipos de medo: O medo do conhecido e o medo do desconhecido.
O medo do conhecido é o medo ao olhar para trás.
O medo do desconhecido é o medo ao olhar para a frente.
Por isso tanto faz se assinarmos ou não um contrato de amor no qual as letras miúdas não dizem o que fazer quando se "perde": já perdemos se não olharmos para o presente, e a única forma real do presente é a nossa identidade e o nosso autoconhecimento.

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