[RubisChill]
[Pedra Branca, no final de sua apresentação, tocando "Itapuã", bem pertinho de Itapoan/RS]
[Pedra Branca, no final de sua apresentação, tocando "Itapuã", bem pertinho de Itapoan/RS]

Meu amigo Roger vai falar sobre o empolgante tema
O Roger já prometeu estar presente num Encontro Trancendental, de nossa Egrégora do Bem. Estamos contando os minutos!!!
Palestras de Roger Bottini Paranhos
Dias 28 (às 19:30) e 29 (às 17:30) de abril de 2007, na Irradiação Espírita Cristã, no endereço: Rua 201, N° 232, Vila Nova. Goiânia/ GO. Tel: (62) 3224-2133. Site: www.irradiacaoespirita.com.br
Dia 30 de abril de 2007 as 20 horas em Brasilia, na Comunhão Espírita de Brasilia. www.comunhaoespirita.org.br.
Para mais informações: palestraroger@gmail.com
A Comunidade PSYRS do ORKUT publicou um breve "resumee" meu, no tópico sobre a festa WFC. Confira abaixo:
RUBISCHILL (pronuncia-se Rúbisxíu)
É o nome do projeto de chill out do músico e engenheiro naval paulista Vicente Rubino, o popular Rubis do site MondoVR.com.
Rubis é um dos pioneiros a unir a música com o computador. Em 1988 adquiriu o seu computador (um Atari ST com o software Notator, que Rubis mantem como relíquia até hoje), e no seu estúdio Midi Midia passou a produzir as bandas de pop rock mais legais da cidade. Em 1992 co-produziu com o Edu K o disco do DeFalla KINGOZBULLSHITBACKINFULLEFFECT, que foi altamente elogiado pela crítica nacional e ganhou da Revista Bizz o prêmio de Melhor Álbum do Brasil. Tocou teclados e baterias eletrônicas com o DeFalla no HollyWood Rock Festival, ao lado de nomes como Nirvana e Red Hot Chilly Peppers, no Estádio do Morumbi (SP) e na Praça da Apoteose (RJ).
Rubis participou do grupo de "computer music" do Departamento de Informática da UFRGS, tendo cursado Redes Neurais e Inteligência Artificial no nível de pós-graduação, como aluno convidado.
Na segunda metade da deçada de 90, Rubis integrou as bandas de música eletrônica Hexa (produzida por Dudu Marote) e AdVenture (com a vocalista Marion Velasco). O AdVenture participou de festivais de música alternativa em São Paulo e Campinas, e emplacou o sucesso "Renew" na FM paulistana Nova FM, além de rádios daqui de Porto Alegre.
Rubis teve o primeiro contato com a cena Psytrance RS no Garapiá 2005, já se apresentando ao vivo no Chill Out. De lá para cá Rubis tocou em dezenas de festas, entre elas festas como a Claro SubVisions, as PsyWalkers, as PsyPrivates, entre várias, várias outras...
Em suas apresentações, Rubis se utiliza de um notebook rodando o software Ableton Live, além de teclados, baterias eletrônicas e instrumentos de corda, como guitarras e violões.
Além do projeto RUBISCHILL, de música mais experimental, Rubis também se dedica na produção de um projeto de psytrance progressivo denominado TROODON, que estreiou no Garapiá 2006 e também já se apresentou em várias festas, entre elas a EarthDance 2006 em Porto Alegre.

Nós escolhemos estar Presentes. Conectados com a Mãe Terra. Iluminados pelo Divino Sol.
Nós escolhemos um Mundo Belo, cheio de Amor! Escolhemos ter Fé!!! Escolhemos Ir Além...
Nós escolhemos consagrar esse Poder. Escolhemos Meditar. Ouvir o Silêncio do cálice vazio de nossas Mentes.
Nós escolhemos agora dar mais um passo. Mais um passo...

[foto tirada agora de manhã, na Av. Ipiranga]
I Want to Believe: Eu Quero Acreditar...
Acho que por isso o Fox Mulder nunca conseguiu provar nada sobre os "homenzinhos verdes"... O cara "queria" acreditar, ao invés de simplesmente "acreditar".
Acreditar é verbo intransitivo. Como o verbo Amar. A gente ama e pronto. E a gente acredita e ponto final.
Não existem margens de expeculações na Fé. I BELIEVE !!!
Interesse é prioridade.
Eu não estou interessado em saber o que você pensa sobre o que os outros pensam. Estou interessado em saber o que você pensa.
Não quero dizer que eu não goste ou que eu seja contrário sobre o que você pensa sobre o que os outros pensam. Talvez eu até tome conhecimento sobre isso. Mas não é o tipo de informação que eu priorize. Minha prioridade é com a troca de idéias. As minhas e as suas idéias.
Por isso, não re-encaminhem cópias de emails, principalmente aqueles PowerPoint, que sempre tem algo bonitinho ou alguma lição de moral, sem ao menos colocar um comentário. Se eu recebo um email desses e o emissor não expõe sua opinião junto, entendo que ele concorda com aquele ponto de vista. Só que o ponto de vista não é dele...
Eventualmente eu também re-encaminho e-mails... Mas a maior parte dos e-mails que envio são de minha autoria e expressam o meu entendimento daquilo que me cerca.
Eu estou interessado em saber o que você pensa disso.

Devolva-a ao Oceano...
E assim somos nós, quando distanciados de nosso Eu Interior, de nossa Essência, de nossa Verdade... Quando distanciados do Ser... Secamos.

Desabamento de marquise hoje de manhã.
Não matou nenhum padre, nem causou chagas, mas foi aqui na Padre Chagas...


Fui convidado de última hora para tocar no Chill Out do PORTAL CÓSMICO que vai rolar na noite desse sábado (dia14) para o domingo (dia 15). Aceitei o convite!
A festa vai rolar no Camping do Quati, na Estrada da Boa Vista, zona sul de Porto Alegre, do lado do lago do Guaíba.
Vou tocar das 08:00 hs da manhã até as 10:00 hs. Depois de tocar, vou para a pista principal curtir o finalzinho do set do Calliari.
Parece que vai ter Cenoura Pastéis na festa, então já traço uns pastéis por lá mesmo e me mando para a segunda parte do dia:

Fui convidado para o aniversário da Frã, que vai rolar durante o 2.o Encontro de Malabares promovido pela P+B. Esse encontro vai ser no domingo de tarde, das 13h às 20h, no Clube de Regatas Porto Alegre (GPA) que fica na rua João Moreira Maciel, 470 (em frente ao DC, para o lado do rio).
Que Domingão!!!
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[dá uma clicada para aumentar a energia]
Existem "portais" de comunicação com o Ser. Esses portais podem ser chamados de chakras, ou "ionas", como ensinam os Espaciais.
Numa escala evolutiva de interdependente, os ionas se organizam da seguinte forma:
1.o: Reino do Espaço - Sim, o Espaço é o primeiro portal da Criação e a partir dele os demais reinos são organizados (uma iona).
2.o: Reino Atômico - São os átomos com as suas polaridades positivas e negativas, formando os dois ionas. Os átomos são a manisfestação básica da matéria.
3.o Reino dos Trídeos - Os Trídeos são os espíritos "das partes" que compões o Cosmos. Por exemplo, os trideos são a energia que juntam os átomos para formar as moléculas. São a energia que formam os órgãos de nosso corpo. Ondem houver organização, lá estarão os trídeos com suas três ionas.
4.o Reino dos Corpos Celestes - É o espírito dos Planetas, Sóis e demais sistemas do firmamento. Possuem quatro ionas, ou chackras. Aqui na Terra temos essas ionas representadas pelos 4 elementos: Terra, Fogo, Ar e Água. Os corpos celestes são formados por minerais (trídeos) que são formados de átomos (dois ionas) que estão no espaço (um iona).
5.o Reino Vegetal - Os vegetais tem 5 ionas e dependem dos Corpos Celestes para se manifestarem.
6. Reino Animal - OS animais são os seres que possuem 6 ionas. Dependem dos vegetais. Mesmo os animais exclusivamente carnívoros, comem animais que comem vegetais, fechando assim o ciclo de dependência entre os níveis dos ionas.
7.o Reino Hominal - Nós, os humanos! Possuimos os 7 ionas, que são representadas pelos nossos 7 chakras.
Assim, são humanas todas as criaturas cujos espíritos (mônadas) integram ou reunem sete ionas, ou portais entre o Criador e a Criatura. Somos a expressão completa da Criação Divina e temos todas as passagens para o Criador!
(fonte: livro Contagem Regressiva, de Luiz Gonzaga Scortecci de Paula)
A tradução para a frase que dá título a esse artigo, que também é a primeira frase cantada na música, seria algo como: "E agora, que o fim está próximo..."
Só que não vai ser como mostrado nas imagens. O que está mostrado nas imagens já acontece hoje! Acredite me, vai ser algo MUITO mais forte...

Eu estava em meio a uma linda floresta, com muitas flores amarelas e liláses. Aves multicores cantavam em uníssono uma melodia maravilhosa. Um grande sentimento de paz se ancorava dentro de mim, quando de repente... tiiii tiiii tiiiiii!!!! Meu celular me acorda com uma mensagem do Calliari: "Rubis, vai passar a Igreja do Trance Divino agora, no programa do Jô".
Pulo da cama, acordo a Lú e vamos assistir a entrevista...
A matéria começou com uns caras botando um som no meio do auditório. Não dava para entender bem o que se passava lá. As figuras eram estranhas, talvez "bizarras" seja uma definição melhor: Dois caras com camisetas de ET que nem o Mulder do ArquivoX usaria e uma gordinha usando uma bata, ou uma frente única, sei lá, em estilo mais para seguidora do OSHO (e ela era...) do que Psytrance Roots... Enfim... Começa a entrevista.
As três figuras bizarras são Veet Prayas, Gauthana e Kuyana. Eles são os fundadores da 'Igreja do Trance Divino'.
Todo o tom da entrevista foi de brincadeira, como não poderia deixar de ser algo com essa proposta. Mas o pior é que os "pastores" faziam questão de escrachar tudo, falando de dízimos pagáveis em 10.000 anos, doações de Rolls Royces e outros credos materialistas.
Nas poucas chances que eles tiveram para dizer algo esclarecedor sobre a cena trance, pisaram na bola. Exemplo: O Jô menciona o problema das drogas e os pastores ríspidamente dizem que isso é problema da Polícia Federal prender os traficantes. É claro que existem traficantes aonde existe o consumo e aí é que devem ser feitas as medidas conscientizadoras: nas pessoas que vão às raves só para se entopir de "bala".
O Jô chamou o som do trance de bate-estaca e os caras se perderam na explicação que o som trance é o som de Deus e tal... O Jô os destruiu quando disse que vai ter mais reverência com as britadeiras.
Para acabar de vez com a minha simpatia com a entrevista, o Jô chama começa a falar sobre o Osho, e a gordinha vai tirar tarot para o Bira. O Jô, obviamente penalizado com a situação da entrevistada, dá 100 reais para ela!!! E ela agradece em nome da Igreja!
Depois veio aquele papo besta sobre a profissão de funcionário público do pastor e sobre JúJú. O sono voltou a me atacar.
A TV tem uma preferência por lixos culturais. O programa do Jô, que já foi inteligente, agora é uma sucessão de bobagens caricatas. Estamos na frente de um apenas mais um lixo. A Igreja do Trance Divino não ajuda em nada o movimento do PsyTrance, nem no entendimento do Divino e muito menos no esclarecimento da importância da Religião.
Muitas pessoas tem preconceitos sobre Religião. Preconceito é um conceito prévio. A origem da palavra religião é "re-ligare", ou religar-se. Isso todos nós aqui precisamos. Religarmo-nos com o Divino que habita em nós, que é o nosso Eu Interior, e com o Divino que habita no Planeta que é a Mãe Natureza. E quem sabe, nos ligarmos ao Divino que está no infinito do Espaço...
Infelizmente todos nós sabemos também dos problemas que o fanatismo, o oportunismo e outras coisas indesejáveis que a religião também causa no mundo. A Igreja do Trance Divino é apenas mais uma pequena expressão desse segmento.
Que assim não seja!
[Sede da Igreja em Alto Paraíso - Foto by Rúbis]

[clique para ver algumas fotos]
Antes de escrever esse artigo revi os mais de 30 artigos que mencionam a palavra Garapiá que foram escritos aqui no Mondo. Esse artigos compõe uma boa descrição do ciclo que passamos dentro do "ramo do psy".
Se antes existia uma idealização, um sentimento de descoberta do Jardim do Éden que eu já denominei de a "Celebração Coletiva do Ser", esse sentimento foi se sedimentando e se transformando, na medida que recebia as influências inerentes ao crescimento da cena.
Com o crescimento da cena, o movimento psytrance se transformou num "ramo" e cresceram as festas comerciais e com elas houve um maior destaque da cena na mídia e consequentemente um maior número de pessoas entrantes. Os núcleos das produtoras de festas proliferaram, o calendário enlouqueceu e se antes tínhamos uma boa festa por quinzena, hoje os núcleos brigam entre si pelas datas de fins de semana.
Antes a mídia tratava as raves como a marginália da sociedade, com manchetes no Jornal da Globo do tipo "centenas de pessoas foram presas com drogas numa rave". Com o crescimento das festas, com a entrada das festas comerciais para dezenas de milhares de pessoas e principalmente com o surgimento dos grandes patrocinadores (que são os mesmos que patrocinam os grandes grupos de mídia como tv, rádio e jornais...), as manchetes do Jornal da Globo passaram a ser assim: "Jovens passam a noite dançando no ritmo da música eletrônica!" e até o RajaRam foi entrevistado na telinha. Entendem o perverso movimento da mídia? Agora é bom, porque dá lucro!
O problema do lixo expôs de forma nua e crua o nível de conscientização do "ramo do psy". Produtores e público chafurdando em meio ao descaso com a Mãe Terra, que deveria ser a preocupação primordial num movimento que visava resgatar a essência. Por que não existe nada de mais essencial do que a Terra.
O "nível de fritura" também chegou num nível tal que tornou a diversão muito difícil para alguém que não esteja compartilhando da mesma (baixa) energia que predomina na pista.
A própria música se segmentou e hoje até dá espaço ao enfadonho electro, que pode ser classificado de tudo, menos de psicodélico.
Ao lado disso tudo, temos o Garapiá Trance Festival. O Garapiá é uma festival, por ser uma festa de mais de dois dias, em meio a um paraiso ecológico situado num vale da Serra do Mar, na região de Barra do Ouro, no Rio Grande do Sul.
O Garapiá começou pequeno, chegou a talvez 250 pessoas em 2005, 600 pessoas em 2006 e ainda bem que essa progressão não se efetivou em 2007. A programação que ocorreria no carnaval e que já estava provocando a maior agitação em meio ao público da cena, foi cancelado na véspera. O cancelamento "supostamente" se deu por pressão dos ambientalistas da região, que negaram o alvará para a festa. Foi melhor assim. Acredito que nesse momento fatalmente o Garapiá teria a sua essência pisoteada pelos fatores mencionados acima. O Garapiá sendo coberto pela mídia da RBS, transformado numa pocilga de lixo e tomado por uma legião de fritos sem-noção é uma cena do inferno que eu não quero ver na terra.
Então, de forma sutil, foi tomando corpo a idéia de desfrutar do santuário ecológico do Garapiá num feriadão, em meio aos amigos, com o bom e "velho" psytrance. Nada de mídia. Nada de flyer. Nem tópico no PsyRS. Nada da pompa de um festival. Nada de "line-up de peso". Nada de sound system para acordar os ecologistas ou perturbar a bicharada. Seria uma confraternização "roots".
E assim foi. Neste feriado de Páscoa, poucas pessoas chegaram ao Garapiá, para mais uma "Celebração". Só que dessa vez, ao invés de uma "Celebração Coletiva do Ser", como nos outros anos, tivemos uma "Celebração Privativa do Ser". A palavra "Ser" aqui é usada como o Algo Maior, como o Cósmico, como o Inominado.
O camping permaneceu solemente limpo. As pessoas que (ainda) fumavam se preocupavam de colocar as bitucas nos diversos cinzeiros disponíveis na pista. Nenhum papel, lata ou garrafa no chão. Na tarde de sábado e na madrugada de domingo o som foi desligado para descanso, e pudemos ouvir o som da natureza, do rio, da chuva e dos pássaros.
Os DJs se revesavam harmonicamente. O Moico abriu a pista no sábado e fez um set progressivo evoluindo para o groove, com muita técnica. O Calliari fez um B2B com o Luquinhas muito bom, e em meio da chuva, já de noite, dançamos bastante. A diversão foi garantida no barro que se formou sob os nossos pés. Naquela noite o Calliari tocou por 09 (nove) horas, estabelecendo o novo record "mondial" de duração de set.
Em certo momento eu e Lú Rosa resolvemos descansar dentro do carro, e aproveitamos para fazer uma rápida meditação. No MP3 Player do Fiesta Psy rolavam ininterruptos hinos quando um deles declamava: "Verde, Azul e Branco, Rei Jagube e Mãe Rainha. Verde, Azul e... BRANCO!!!" A música parou!!! O BRANCO ficou em minha mente. Não entendia o que acontecia. Abri os olhos e recoloquei a frente do MP3 Player no painel do carro. Foi quando mais uma vez o chamado se manifestou: 11:11 era o horário que piscava no painel fosforescente do painel. Eu e a Lú mais uma vez entendemos que nada é por acaso. Eu lamento apenas de quem recebeu o chamado e por diversos motivos que podem se resumir a falta de Fé, se distanciou de sua Missão. Viva o 11:11 !!!!
Domingo de manhã e o sol abriu! Cachoeira!!! Lá fomos nós, mas dessa vez a estrada estava totalmente danificada pelas fortes enchurradas que destruiram pontes e encheram o caminho de pedras. A trilha se transformou em um trekking roots, que deu mais emoção ao passeio.
Toda essa movimentação nos deu fome, e fomos almoçar num recanto em plena trilha, onde pudemos nos servir direto das panelas que estavam sobre o fogão de lenha. Comida caseira, com produtos colhidos ali mesmo na região! Eu e a Lú encontramos com o Calliari e a Aninha nesse almoço.
Voltamos para o "camp". Encontramos com mais amigos, como o Pierre e a Cacá, e o Tiago e a Pú. Como é bom encontrar com os amigos da Egrégora do Bem. O fim de semana não foi melhor apenas pelo fato de muitos Amigos não estarem lá conosco.
Nós já tivemos uma época da "Celebração Coletiva do Ser". Neste fim de semana tivemos a "Celebração Privativa do Ser". Que em breve possamos ter a "Celebração Individual do Ser", quando reconhecermos e nos encontrarmos com o Ser Divino que habita em nós e assim possamos reiniciar o ciclo, porém numa oitava acima.

E olha só o "ovo de páscoa" que eu ganhei... Eh eh eh... Sem dúvida o mais bonito de todos!!! Um ovo com a cara da Minha Linda!!!
Vai ser uma Páscoa Feliz: Vou saborear esse delicioso e lindo "Ovo de Páscoa" que a Lú fez e depois vou beijá-la bastante! E já declaro: melhor que esse Ovo, só a "Original"...
Obrigado, Lú Rosa.
Feliz Páscoa a todos os leitores do Mondo!!! Vamos Além!!!

E hoje foi dia do lançamento da ETNIAS - BioJóias da Amazônia.
A Etnias troxe estas jóias da Amazônia, peças desenvolvidas artesanalmente, inspiradas nas formas, cores e sentimentos da Floresta.
Jóias elaboradas pelos povos da região, a partir de fibras de sementes, como a semente do Inajá, Açaí, Olho de Boi, Paxubinha e até mesmo a Jarina - o marfim vegetal da Amaônia.
Artefatos absotutamente orgânicos, contextualizados dentro dos princípios de respeito à Natureza e a cultura dos povos da floresta.
E-mail para contatos: etnias.biojoias@gmail.com

E o Grupo V.I.D.A. - Vivências Intensas Despertando Atitudes, depois de algum tempo sem promover as habituais reuniões, voltou ao seu convívio de grupo, dessa vez inaugurando o novo apartamento da Cris e assim comemorando o seu retorno ao Brasil.
A VIDA na verdade nunca para. E o VIDA também não: As crianças do grupo cada vez crescendo mais, uma nova criança já chegou (Eduardo, filho da Marilene) e já tem outras duas chegando! E de uma vez só!!! VIVA a VIDA!!! VIVA o VIDA!!!

"...ah, mas tenta ir pra lá outra vez, vai pro meio do mato, praia, campo. Sempre tem um lugar pra gente ficar em paz nem que seja só por um final de semana. O importante é ir atrás, dar um jeito de entrar em transe sempre que possível. Ficar no devaneio do cotidiano medíocre desse sistema que vivemos é que não dá mais..." (Calliari, num tópico da 11:11)
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