Aproveitei a chuvosa e incestuosa sexta-feira perdida de feriadão para passear na Rua da Praia. No final dela, descobri, no Santander Cultural, a exposição FILE.
O digital interagindo com lúdico. Gostei das instalações do Pulo, na qual você tinha que ir pulando junto com as pessoas que pulavam no vídeo projetado na parede e assim, sua imagem era incorporada à da multidão.
Legal o livro que criava figuras tridimensionais na tela ao virar de suas páginas. Legal o desconcertante efeito das TRANSESTRUTURAS.
Enfim, prefiro a e-art do que a arte comtemporânea, pois ao contrário desta, a e-art não substima o intelecto do observador, e só existe a partir dele.
Expandiu ainda mais a minha percepção, que enraizada na perfeita beleza da natureza, enxerga os pixels disparados por chips como fagulhas de uma criação incansável, que tenta se esgotar por todos os seus meios. Mas nunca consegue. AHO!



Deixe um Comentário: