Preconceito é um conceito prévio. Ter opinião formada antes de vivenciar o fato. Não ler livro e não gostar.
Nessa semana ao falar com uma pessoa sobre o psytrance, ela retrucou: "essa música eletrônica bate estaca não diz nada ao coração". Na hora do almoço ela foi no meu carro até o restaurante e pediu para ouvir psy, já que eu não iria colocar por mim mesmo temendo mais reações negativas. E a "surpresa" (supresa para ela...). "Ai, Rubino, a-do-re-i... Grava um CD para mim?". Eh eh eh.
E ontem a Trance Nation deu mais uma prova de que preconceito não tem nada a ver, e o que tem "a ver" é a vivência!
Tudo começou com um jantar no popularesco e increditavelmente bem servido restaurante denominado "Tudo pelo Social". O MAIOOOOR Filé à Parmegiana dos últimos tempos... Lá estavam a Anaí, a Cristixa, o Joel e eu. Saudades da Dani, ela fez falta...
De lá resolvemos tomar uma saideira no Ossip, mesmo com a chuvarada que caía. Lá no Ossip nos esperavam a Patrícia (DJ) com as amigas Fernanda, Alessandra (uma gracinha de Caixas) e um outra paulista que não recordo o nome.
O papo estava bom, quando alguém chegou e começou a falar, falar, e falar. "Não se cale, não se calle, não se calli..." eu começei a dizer: Sim, era ele: o Calliari com a Aninha. A Trance Nation estava reforçada.
E o que o pessoal que curte psytrance faz numa noite chuvosa e fria de Porto Alegre? Se você é preconceituoso diria: "Vai ouvir psy no carro..." aha ah aha .
Agora se você é maluco diria: "Vai ouvir MPB". Acertaram os malucos!!!
Toda galera (Calli included) se tocou para o Nega Frida. Depois de muito tempo na fila debaixo de chuva (festa psy não tem isso) os caras deixaram a gente entrar, de dois em dois. Lá dentro estava simplesmente atrolhado, não dava para se mexer. Nos arrastamos até a parte de trás do bar, ao ar livre, mas com uma lona para proteção da chuva. Logo apelidamos o local de "chill out".
O som que rolava no Nega Frida era uma mistura de ritmos da MPB. Desde samba enredo, passando por mangue beat, Caetano, Adoniran Barbosa, Fagner... não esqueceram de niguém que cantasse algo que se rotulasse MPB. E nós ficamos lá curtindo e tentando dançar. Na verdade nosso grupo até tentava dançar mais do que o restante das pessoas, que pareciam estar lá só para se empurrar, se embebedar, e ficar na pegação.
Em mais um exemplo de que a Trance Nation circula bem em todas as esferas, eu ví a Tiza lá. Perguntei rapidamente se ela "ia amanhã lá...", e ela disse que não ia dar para ir na festa... Que peninha!
Saímos do Nega Frida já depois das 3hs e nos tocamos para o Gruta Azul. Calma!!! Estava rolando uma festa chic lá! Depois de nós perder e pedir informações para todos os travestis da Farrapos, chegamos. O ocnvite estava sendo vendido por 80 pilas. "O que 80 pilas???" - reclamamos! "70..." - o cara abaixou, e foi abaixando até os 60. Mas pagar 60 pilas para entrar numa festa que tinha tudo para ser "over", e as 3 da manhã... realmente era muito. Queríamos muito conferir o pico, mas nos despedimos ali.
Então, já sabem. Nada de preconceito: A Trance Nation curte muito M.P.B.: Música Psytrance Brasileira.... Tem Rubino LIVE, fazendo a melhor M.P.B. no Chill Out, hoje na madruga no PSY PRIVATE V. Todo o Mondo lá !!!

Comentários (2)
Rhuby,
Já que vc vai gravar um CD pra sua amiga.... Aproveita e .... Grava outro pra mim mais atualizado, e com suas novas composições tb.
Afinal aquele CDzinho tem sido minha fiel compania nas idas e vindas de H2O´s.
Bjs
e boa semana
Escrito por Simy | maio 8, 2005 8:03 PM
Publicado em maio 8, 2005 20:03
Meu deus, mas vcs agitam por esta cidade ein, ihihhih, mas tambem a cidade baixa pede isso né? É essa diversidade e varias opçoes diferentes que me atraem tambem !
Escrito por Cristixa | maio 9, 2005 11:10 AM
Publicado em maio 9, 2005 11:10