
Estou no caminho e não no destino. Subindo degrau por degrau.
Faça o que eu digo e não faça o que eu faço. Saber é uma coisa, cumprir é que são elas. Depois que se sabe, não cumprir é Erro. Antes de se saber, é mero Engano.
Já me enganei bastante e agora me esforço para não errar. Que assim seja.
PERGUNTA: E o que poderias nos informar sobre o desejo sexual incontrolável. Ele pode ser entendido também como um vício?
HERMES: Sem dúvida! Todo o comportamento humano que cause uma dependência e um descontrole para ser satisfeito deve ser entendido como um vício. O indivíduo que utiliza-se do ato sexual como base para uma séria e responsável união conjugal e para a procriação de novos seres, com respeito e equilíbrio, age de forma divina, mas aquele que só pensa no sexo para satisfazer o seu desejo hipnótico e incontrolável certamente encontra-se viciado e escravizado a estas forças. Assim como o fumante, o alcoólatra e o drogado; o sexólatra está subjugado a uma força que possui dificuldades em controlar. Tanto como nos demais vícios, o sexólatra é um doente necessitando de tratamento, pois vive escravizado ao desejo sexual, e, na maioria das vezes, este é o único pensamento que habita a sua mente!
PERGUNTA: Comparando com o fumo, a bebida alcoólica e as demais drogas, como poderíamos entender o papel do sexo entre os vícios do corpo?
HERMES: O sexo possui função desencadeadora, pois os demais vícios citados geralmente possuem a finalidade de melhorar o interesse e a performance sexual ou, então, de criar um clima propício a busca deste prazer. Logo não podemos desprezar a ação impositiva deste vício na derrocada evolutiva do indivíduo. Em toda a história da humanidade não são poucos os casos de sofrimento e tragédias causado pelo desvario sexual.
Muitas famílias foram destruídas pela ardor sexual dos homens, que não conseguiam manter um relacionamento exclusivo com as suas esposas, e, outras tantas, pela traição das mulheres, que entregaram-se à sedução ilícita, maculando o santuário do lar.
Os espíritos do atual ciclo evolutivo da Terra, ainda apegados a seus caprichos egocêntricos e interesses infantis, agravaram os seus karmas e semearam tristeza por onde passaram em diversas existências por causa do ardor sexual. Ainda hoje colhem sistematicamente os frutos causados pelo descontrole sexual desde longa data.
PERGUNTA: Devemos entender o sexo então como um pecado e um vício abominável?
HERMES: Nem de uma forma nem de outra! O pecado significa fazer aos nossos semelhantes aquilo que não gostaríamos que nos fizessem, desrespeitando as leis divinas. Ou seja, se o cônjuge e a sociedade atual entendem que a união matrimonial deve ser monogâmica, neste caso manter um relacionamento fora do casamento é um ato pecaminoso. Mas, no Antigo Egito, como estudamos no livro Akhenaton – A Revolução Espiritual do Antigo Egito, era normal os homens casarem-se com mais de uma mulher. E as esposas em geral não se sentiam ofendidas por isto, porque este era um comportamento cultural aceito pela sociedade.
A poligamia é uma atitude atrasada espiritualmente, mas fazia parte do contexto evolutivo daquela época. Portanto pecado é magoar, desrespeitar, infligir dor e sofrimento, dentro dos preceitos evolutivos da sociedade em que estamos inseridos.
Quanto ao sexo ser um vício, isto só é verdade para aqueles que desrespeitam este ato e se tornam escravos dele; assim como em relação ao álcool, que pode ser muito saudável quando bebido com moderação, como nos ensina a medicina atual sobre os efeitos benéficos do vinho tinto para a saúde.
PERGUNTA: Não entendemos a explicação sobre o pecado. Queres dizer que se um casal definir que ambos terão um relacionamento aberto, podendo manter relações sexuais com outros parceiros e, caso isto não os magoe, podemos crer que não é um pecado?
HERMES: O pecado deve ser entendido como uma ofensa aos semelhantes e à lei de Deus. A lei divina é imutável, mas adapta-se a cada época, de acordo com a evolução da humanidade. Como dissemos anteriormente, no Egito e entre os demais povos antigos era importante procriar para perpetuar a espécie e permitir a reencarnação sistemática de espíritos, ainda mais se avaliarmos que o índice de mortalidade infantil era alto. A poligamia para aquela época era aceita cultural e espiritualmente. Já hoje em dia temos leis divinas atualizadas que entendem ser este um ato promíscuo e prejudicial a formação familiar que é o núcleo principal de evolução para a humanidade atual. Apesar de um casal moderno definir que o seu relacionamento é aberto, este ato é considerado um pecado aos olhos da Alta Espiritualidade da Terra, pois certamente esta decisão tem a exclusiva finalidade de permitir a ambos entregarem-se a uma prática sexual liberal e descontrolada, que prejudicará os seus processos evolutivos.
PERGUNTA: Entendemos que o desejo sexual é o vício mais difícil de ser controlado. O fumo, a bebida e as drogas são vícios típicos de espíritos pouco esclarecidos. Mas o desejo sexual, por mais que se conheça as Verdades Espirituais, é de dificílimo domínio. O que tens a dizer?
HERMES: O desejo sexual é fruto de tendências espirituais milenares. Além do mais o encarnado sofre toda a carga hormonal da máquina física que foi orientada a perpetuar a espécie desde o princípio de sua criação. Em alguns casos esta tendência biológica se faz mais presente, necessitando ser administrada e controlada com convicção. Algumas pessoas não possuem dificuldades em conter a libido, mas outras, ao contrário, vivem um verdadeiro martírio para dominar o desejo sexual incontrolável, em certos casos, devido ao seu mau uso em encarnações passadas. Eis, então, mais uma arma dos magos negros do astral inferior, que reconhecem com freqüência esta fraqueza nos divulgadores das verdades espirituais encarnados no mundo físico. Além de utilizarem-se dos mais modernos recursos para obsediar e desequilibrar os trabalhadores do Cristo, eles se utilizam de técnicas de inversão das forças do chakra básico (Kundaline) para atiçar impiedosamente o desejo sexual entre aqueles que estão convictos na prática do bem, mas que ainda são frágeis à sedução do sexo oposto.
O sexo é uma força belíssima que une as almas enamoradas em um profundo sentimento de amor, bem-estar e respeito, ensinando-nos a amarmo-nos uns aos outros com o objetivo de evoluirmos e constituirmos novos grupos familiares, onde espíritos reencarnarão e serão recebidos com amor e alegria. Aqueles que souberem valorizar e respeitar a beleza da energia sexual e sua função procriativa serão sempre felizes e libertos da força escravizadora que o sexo impõe às almas irresponsáveis.
PERGUNTA: Talvez fosse mais simples se os meios de comunicação e a sociedade em geral não apelassem tanto para o sexo. Em todo o lugar vemos um culto exagerado à prática sexual e à nudez, dificultando este auto-controle. Como proceder frente a essa carga de informações sexuais?
HERMES: O homem não pode isolar-se em um mosteiro, pois de nada adianta fugir às tentações. É necessário vencê-las, porque só assim estaremos verdadeiramente libertos de sua influência sedutora. O espírito encarnado deve procurar dominar os seus desequilíbrios e taras de um passado remoto, conscientizando-se da real finalidade do ato genésico e voltando as suas energias sexuais para nobres ideais de progresso e crescimento espiritual. Somente assim o homem açoitado pelo desejo sexual incontrolável triunfará sobre as influências negativas que terminam escravizando-o ao sexo e que promovem a sua derrocada tanto material como espiritual.
PERGUNTA: Poderias nos trazer esclarecimentos sobre as conseqüências do desvario sexual após a morte do corpo físico?
HERMES: Assim como os demais vícios, o sexo impõe ao espírito recém liberto da matéria as mais cruéis provações. O desejo sexual se quintuplica e a mente destas pobres almas entram em um estado de hipnose contínua, que os faz pensar somente em sexo durante todo o tempo. Eles vivem sonhando com os prazeres sexuais e procuram relacionar-se uns com os outros a todo instante. A exemplo dos demais vícios, somente um verdadeiro contato físico poderá saciá-los, portanto eles se infiltram na dimensão dos homens para vampirizarem os séxolatras encarnados para assim satisfazerem, finalmente, o desejo que os enlouquece.
PERGUNTA: Queres dizer que quando estamos nos relacionando sexualmente com as nossas esposas e maridos estamos sendo assediados por estas almas infelizes?
HERMES: Como já explicamos no segundo capítulo deste trabalho, toda a obsessão espiritual exige sintonia entre algoz e vítima, portanto somente almas viciadas em sexo e com vida desvirtuada poderão sofrer este assédio. Jamais a Alta Espiritualidade da Terra permitiria o desrespeito ao ato divino de almas que se uniram para uma vida conjunta séria e responsável. Além do mais o ato sexual tem como função principal procriar novos corpos físicos para a reencarnação de espíritos. Sendo assim estas famílias honestas e cientes de suas responsabilidades recebem imensa assistência espiritual dos planos superiores que protegem o santuário do lar contra qualquer investida das trevas.
Trecho extraído do livro "A Nova Era - Orientações Espirituais para o Terceiro Milênio" de Roger Bottini Paranhos

Comentários (1)
Queri!!!! Saudades suas!!!!
Vi esta sua foto e, não consegui imaginar lugar melhor para escrever, pois também encontrei meu caminho! Graças ao destino não traçado, encontrei meu rumo...
... meu prumo...
... meu grande amor...
Casei! E, agora, estou morando na praia. Feliz! :)
Queria poder compartilhar com você este momento.
Como estou sem msn, sem orkut, sem telefone...
... para não fazer o famoso sinal de fumaça, resolvi escrever.
Saudades suas! Saudades da Lu.
Saudades da foto 11.
Beijo enorme no coração!
Sucesso, Paz e Felicidade...
... o resto, a gente corre atrás.
Escrito por Aline_Miau | junho 28, 2007 12:16 AM
Publicado em junho 28, 2007 00:16